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Programação Principal da FLIP 2023

Pagu - autora homenageada da Flip 2023

A Festa Literária Internacional de Paraty chega à sua 21ª edição homenageando a musa da Semana de 22 a Patrícia Galvão, mais conhecida como Pagu.

Também na programação, haverá uma homenagem ao escritor concretista Augusto de Campos.

Veja a programação principal da FLIP 2023:

Dia 22/11/2023

19h – Mesa 1 – Mesa 1: A mulher do povo
Autores: David Jackson, Adriana Armony
Mediação: Eneida Leal Cunha
Reunião de vozes que se propõe a iluminar a contribuição estética de Patrícia Rehder Galvão, a Pagu, para as mais variadas linguagens artísticas, bem como o ativismo político que ecoa em toda a sua obra. Neste bate-papo, os autores salientam a contribuição de Pagu para o tempo em que ela viveu e o legado que deixou para as gerações que a sucederam.

Dia 23/11/2023

10h – Mesa 2: Um teatro, um precipício
Autores: Flora Süssekind, Marion Aubert
Mediação: Natalia Brizuela
As autoras exploram as potencialidades da linguagem do teatro e da crítica literária. E instigam uma releitura da obra de Pagu, que também se dedicou a fomentar esses ofícios.
Esta mesa tem apoio do Consulado Francês

12h – Mesa 3: Já não agia por minha conta
Autores: Socorro Acioli, Felipe Charbel, Leda Cartum
Mediação: Rita Palmeira
História, memória e cotidiano se conectam na produção dessas autorias. Obras que jogam luz sobre a forma de se narrar eventos íntimos, históricos e ficcionais e que nos fazem refletir sobre as formas literárias fluidas na contemporaneidade.

15h – Mesa 4: Um quarto meio escuro
Autores: Mónica Ojeda, Alana S. Portero
Mediação: Stephanie Borges
Sombras, dramaturgias e narrativas polifônicas se entremeiam na ficcionalização de Mónica Ojeda e Alana Portero. Elas nos contam como utilizam a literatura para produzir novos sentidos para as existências e o mundo.

17h – Mesa 5: Digamos que seja a lua nova
Autores: Manuel Multimucuio, Tatiana Pequeno
Mediação: Nanni Rios
Autores de dois países se juntam para dialogar a partir de seus peculiares espaços linguísticos e culturais. Nas línguas de sujeitos invisibilizados pela sociedade, escritores buscam sua ferramenta de luta, revelando toda a poesia, a sutileza, o humor e a emoção que podem sair desses (des)encontros com a língua e a noção de pertencimento.
Esta mesa tem apoio do Instituto Camões

19h – Mesa 6: As suas nebulosidades
Autores: Dionne Brand, Angélica Freitas
Mediação: Jamille Pinheiro Dias
Elaborando projetos estéticos de largo alcance, essas escritoras vocalizam anseios e poderes inauditos. Neste encontro, as duas poetas dialogam com a força do feminismo, reelaborando a questão do pertencimento na poesia contemporânea.

20h45 – Mesa 7: Lembranças de todas as coisas ocorridas
Autores: Sinéad Gleeson, Natalia Timerman
Mediação: Rita Palmeira
Duas autoras nos convidam para um mergulho no ensaísmo e na ficção a partir da intimidade e do impacto das relações. Neste encontro, cabe o mundo como ele se apresenta e, dentro dele, os múltiplos universos explorados na ficção e no pensamento das mulheres.

Dia 24/11/2023

10h – Mesa 8: Uma prisão mortal
Autores: Joice Berth, Denise Carrascosa, Manuela D’Ávila
Mediação: Adriana Ferreira Silva
As sombras, os interditos, as violências urbanas, os feminismos, o encarceramento e outras paisagens das cidades servem de inspiração para o pensamento dessas autoras, que humanizam os espaços de convivência. Elas iluminam as sombras por onde circulam as pessoas mais vulnerabilizadas nos centros urbanos.

12h – Mesa 9: Bate ainda o coração da cidade devastada
Autores: Marcial Gala, Luiza Romão
Mediação: Pedro Meira Monteiro
Essas duas vozes originais e criativas nos contam como elaboram suas leituras sobre a tradição literária ocidental. O que nos dizem hoje Cassandra e os soldados de Troia? Um debate sobre o impacto das leituras dos clássicos sobre a ficção contemporânea.

15h – Mesa 10: Terra de fumaça descoberta pela guerra de nossos dias
Autores: Ilya Kaminsky, Bruna Beber, Jorge Augusto
Mediação: Patrícia Lino
Poetas que desenham novas paisagens, acessando aquilo que é comum e estrangeiro na comunicação com os outros. O que significa o epíteto poesia política ou universal para eles? Com sua produção que investiga o mundo e a língua, eles nos conduzem para reflexões sobre a vida que vivemos e a que poderíamos viver fosse o mundo diferente.

17h – Mesa 11: Contra a mentalidade decadente
Autores: Akwaeke Emezi, Carla Akotirene
Mediação: Maria Carolina Casati
A partir de diferentes lugares, essas autorias reelaboram ancestralidade, tradições afrodiaspóricas, pertencimento e recriam passado, presente e futuro a partir de suas intervenções.

19h – Mesa 12: As suas nervuras
Autores: Laura Wittner, Eliane Marques, Lubi Prates
Mediação: Patrícia Lino
Inquietações marcam a escrita dessas autoras, que articulam a linguagem poética para refletir sobre o senso comum, o passado, o encontro da palavra com a própria existência. Os cotidianos reelaborados na poesia, na ficção e no ofício da tradução estão nesta fusão de talentos.

20h45 – Mesa 13: Venha com um nome de família
Autores: Nora Krug, José Henrique Bortoluci
Mediação: Gabriela Mayer
Investigação, memória, afeto e inventividade se embrenham nas literaturas destes escritores. Neste diálogo, eles relembram o percurso que os levou ao reencontro com suas raízes e as narrativas que criaram a partir destas buscas familiares e afetivas.

Dia 25/11/2023

10h – Mesa 14: Alguém telegrafa para o mundo pedindo atenção
Autores: Gustavo Caboco, Marília Garcia, Maria Dolores Rodriguez
Mediação: Natalia Brizuela
Na produção desses artistas, dores, memória, criação e geografias se juntam em sensíveis paisagens poéticas e abordagens que se desdobram em diversos fios de memória. Em diálogo, estas escritas instigam novas formas de ver e sentir o mundo.

12h – Mesa 15: Artista em destaque: Augusto de Campos – sou um canal
Autores: André Vallias, Ricardo Aleixo, Simone Homem de Mello
Mediação: Marina Wisnik
Neste encontro que celebra a obra do Artista em Destaque da FLIP 2023 Augusto de Campos, essas vozes refletem sobre como suas obras se encontram com a marcante produção do poeta, crítico e tradutor.

15h – Mesa 16: O meu primeiro amor que acabou com o segundo
Autores: Kelefa Sanneh
Mediação: Adriana Couto
A música compõe nosso dia a dia e ajuda a preservar muitas de nossas memórias. Nesta mesa, o jornalista Kelefa Sanneh divide com Adriana Couto sua percepção sobre a tarefa crítica, que ele exerce com conhecimento, agilidade, espirituosidade e humor.

17h – Mesa 17: Os passarinhos se escondem dos homens
Autores: Monique Roffey, Colombe Schneck
Mediação: Anabela Mota Ribeiro
Nesta mesa, propomos um encontro entre duas autoras que trazem em suas escritas memória, história e conflitos de seus países encontrando e determinando os destinos das personagens.
Esta mesa tem apoio do Consulado Francês

19h – Mesa 18: Vocês servirão de lenha para a fogueira transformadora
Autores: Christina Sharpe, Leda Maria Martins
Mediação: Jamille Pinheiro Dias
Duas pensadoras que navegam pela potência da arte negra, reúnem-se para celebrar a criação estética, a vida e a imaginação.

Dia 26/11/2023

10h – Mesa 19: Só então pude falar (Zé Kleber)
Autores: Itamar Vieira Junior, Miriam Esposito, Glicéria Tupinambá
Mediação: Adriana Ferreira Silva
Educação, ancestralidade, cultura popular, oralidade e saberes são o ponto de partida para produções que transformam vidas. Com diferentes abordagens e perspectivas, celebram comunidades marginalizadas.

12h – Mesa 20: Livro de cabeceira
Autoras e autores do programa principal leem trechos de suas obras preferidas.

 

FONTE: flip.org.br

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